O vestido balança,feito valsa dança,
e pelo ar o perfume espalha,
levando pra longe o aroma da saudade.
Um dia vestida nele,
a moça sorriu...
Valsava feito criança,
pelos braços do amor
que pela cintura
a segurava.
A Valsa então parou.
O amor partiu.
Silêncio se fez...
O tempo?...
o tempo passou.
Ouviu-se então somente
no fundo do quintal,
O vestido da moça
dançando ao vento no varal.
Andrea Galvez*

8 comentários:
É triste quando o amor acaba no tempo e as únicas testemunhas do encantamento são os vestidos balançando no varal.
Mui belo!
Poético abraço de Gilbamar.
Conheça também meu outro blog:
http://gilbamar-poesiasecronicas.blogspot.com/
que legal
...ah mas eu vou brincar
contigo...rsrs
pelo menos respou o vestido
que já entendia de dança
vivida em tempos azuis.
muahhhh, querida linda
obrigada pelo carinho das palavras
lá em casa.
aqui é tudo lindo!
bj
Oi Gilbamar, seja sempre bem vindo, fui visitar seu espaço , gostei muito..
Abrçs
Vivian...
Bem vinda sempre...
Adorei...pelo menos ficou alguma coisa né??..rs
Obrigada vc por tua visita.
Bjo
Ligado
Legal né?
Mui!:)
Bjo!
O vestido que balançava
no varal, era a alma da moça
que valsava ao canto do rouxinol...
Maravilhoso poema!!!
Adorei esse cantinho, faz jus ao titulo do teu blog...
muito lindo...
obrigada e parabéns por feliz
recanto...
Bjss
estou te seguindo...
Que poesia linda! Varal? Adoro varais...Gostaria de fotografar, mas não encontro isso na cidade. Beijo
Postar um comentário